14 de fevereiro/2006
Entrego algumas coisas da garganta, quando quis falar e não conseguiu apenas vomitar a solução
Entrego algumas coisas da garganta, quando quis falar e não conseguiu apenas vomitar a solução
Colar de arame
O pescoço, distância entre o pensamento e o instinto
Marcado pelas idéias que o envolvem
Pérolas às caras mulheres
Corações de ouro às mocinhas eufóricas
Cruzes de madeira às q velam a própria alma
Pingentes coloridos, flores de esmeraldas, rubis, meninas e meninos...
Os pensamentos sempre mudam e o corpo pede notificação
Os colares da mocidade me serviram de reflexão
Quando eu conquistar a maturidade não haverá razão para o colar de arame farpado de demarcação

3 comentários:
porque aí então vc será livre?
SAUDADE DE VOCÊ, SUA SUMIDAAAAAAA!
;*
Estranhas, estranhíssimas eu diria.. Somos todas condenadas à essas prisões??
Saudades tbm! Precisamos nos ver mais!!!!!
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