quinta-feira, 3 de julho de 2008

14 de fevereiro/2006

Entrego algumas coisas da garganta, quando quis falar e não conseguiu apenas vomitar a solução

Colar de arame

O pescoço, distância entre o pensamento e o instinto
Marcado pelas idéias que o envolvem
Pérolas às caras mulheres
Corações de ouro às mocinhas eufóricas
Cruzes de madeira às q velam a própria alma
Pingentes coloridos, flores de esmeraldas, rubis, meninas e meninos...
Os pensamentos sempre mudam e o corpo pede notificação
Os colares da mocidade me serviram de reflexão
Quando eu conquistar a maturidade não haverá razão para o colar de arame farpado de demarcação

3 comentários:

Thais disse...

porque aí então vc será livre?

Thais disse...

SAUDADE DE VOCÊ, SUA SUMIDAAAAAAA!


;*

Thais disse...

Estranhas, estranhíssimas eu diria.. Somos todas condenadas à essas prisões??

Saudades tbm! Precisamos nos ver mais!!!!!