sábado, 3 de maio de 2008

Noite quente...

Anestesiada de calor, ofegantemente deixo-me noite adentro

Pernilongos chupam minhas libidos enquanto o braço do morcego cobre o céu

Giros em torno da imaginação e cotoveladas no chão

Todas as posições desenham o leito

As aventuras sem fim gritam meu nome

Acordo então, no calor dos braços o travesseiro amassado

A noite é testemunha do tempo insano...

Um comentário:

Thais disse...

Uhuuu! ó/

adoro esse texto!
hahahahahaha


FELIZ que vc tá por aqui de novo flor!



:**