terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

morcego de pelúcia

me irrita a passivivade das coisas de mentira
a noite voas em meu sonho
de manhã pindurado no alarme
de tarde a lembrança rosa e negra
se um dia morcego, para o céu voares
vai ao encontro daquele que bebeu meu sangue
que foi embora
endividou meu coração

Nenhum comentário: