quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ah.. o velho prazer da nova mulher

e quem falou em liberdade?
a liberdade não é sair por aí loucamente, pois ninguém com o nada sai à procura
essa coisa mítica vem povoar a cabeça juvenil de promessas
eu nem quero prometer algo, nem a mim mesma
sim, eu venho falar um pouco do comprometimento, esse que nos vem como assinaturas velhas em canetas tinteiro, mesmo em tempos digitais
essa coisa que nos liga, nos amarra, afinal qual a graça de ser uma linda fita pendurara?
mesmo que fosse um cetim muito cobiçado eu não serviria como enfeite
venho dizer que quero ser um nó, porque eu tenho o brilho agora
o brilho que já tem perdido sua força
essa força do código
e nós que nem percebemos que a vida veio em código de barra
é por isso que vou me amarrar e logo, porque iria me permitir a um negócio tão desvantajoso?

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