domingo, 28 de junho de 2009

camuflando

sorriso trêmulo no primeiro contato
as segunda palavras que fogem dizendo o contrato
contratos entre nossos entornos sempre iguais
nós os filhos do destino cheio de imagens
cuja memória não persegue nada
querendo andar no escuro atrás da casa mal assombrada
cujos fantasmas personalizados sorriem
entre os três nessa farça
eu você e o desconhecido
antes que nos enveredemos pelas palavras
ainda que precise abrir a porta grossa de madeira
vou encarar minha primeira face se camuflando

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